Mostrando postagens com marcador Alexander Hume Ford. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alexander Hume Ford. Mostrar todas as postagens

15/06/2009

Alexander Hume Ford: parte II

Ford, ao se encontrar na noite de 29 de maio com Jack London e sua esposa Charmian, em um canto frio do Hotel Moana, se apresentaram. London já o conhecia por suas publicações. Os dois após uma janta, notaram que suas idéias e vontades caminhavam em uma linha paralela, juntamente com a vontade de Ford em reviver o antigo esporte dos reis, prometendo a London uma aula demonstrativa de surf. Charmian notava que o amigo de seu marido era um “gênio”, e que com esta louca vontade de reviver o esporte, seria um grande sucesso para a ilha.

Pagando a promessa da aula demonstrativa, os dois estavam no mar quando London se apaixonando cada vez mais pelo esporte, teve a mesma visão no qual Ford teve anteriormente: George Freeth surfando calmamente em uma bancada mais distante de Waikiki. Freeth remou em direção dos dois onde estes notaram que acharam mais um para entrar no grupo. Apesar dos calos na cabeça e queimaduras solares, London escreve entusiasmadamente a respeito do esporte,

Ali, onde apenas um momento antes, havia só uma ampla desolação e um invensível rugido, está agora um homem, eréto, completamente desenvolvido, não mais lutando frenéticamente nesse movimento selvagem, não sepultado, não espremido, e não açoitado por esses monstros poderosos, mas à frente de todos eles, calmo e soberbo, equilibrando no topo da vertígem, seus pés estão enterrados na espuma agitada, o vapor do sal subindo pelos seus joelhos e todo o resto de si ao ar livre e ao sol, e ele estão voando pelo ar, voando para frente, voando rápido como as ondas onde está. Ele é um mercúrio. Seus calcanhares são alados e neles está a rapidez do mar! (Jack London, 1907, em A Royal Sport Surfing at Waikiki)”.



Ambos tiveram momentos difíceis nos primeiros dias de surf, pois os dois eram constantemente atingidos por pranchas soltas somando com a pele sensível de London com o Sol. Sua esposa e ele sofreram queimaduras horríveis numa época onde não existia protetor solar, como conseqüência suas articulações demoraram tanto para voltar ao normal, pois suas queimaduras não deixavam os membros ficarem eretos.

Apesar de seu problema com a pele e os machucados do surf, London escreveu um artigo chamado “Riding the South Seas Surf”, no qual foi publicado em outubro de 1907, mas tarde escreveu “Joys of the Surf Rider” para uma revista britânica chamada Pall Mall em 1908.

Alexander foi um dos principais a escrever sobre o esporte, promovendo o surf nas principais revistas americanas como Colliers e St. Nicholas. Constatando a influência caucasiana na revitalização do surf, ele escreveu, "O homem branco e o menino estão a fazer muito mais no Havaí para desenvolver a arte do surf". Ford incentivava, “Aprenda a montar em uma prancha. É o esporte dos reis”.

Sob uma árvore velha chamada hau, e em torno da velha Casa de Banho Moana, London encontrou o espírito "ancestral" nos hoje conhecidos como os Beach Boys de Waikiki, onde mais tarde foram os precursores dos clubes de praia como Outtrigger Conoe Club e Hui Nalu (Clube das Ondas) – organizada em 1908.


Outrigger Canoe Club, 1908


Alexander Hume Ford viajou para Nova Zelândia, Austrália e New Hebrides em 1907 e começo de 1908. Na Austrália, embora os clubes de surf foram se formando e o surf de peito era praticado amplamente desde o final de 1800, não havia um que praticava o esporte na posição ereta sobre a prancha. Ford voltando para Honolulu em 2 de março de 1908, faz amizade com o professor, viajante e escritor Burton Homes. Ford também havia sido solicitado por causa do excesso de desenvolvimento que a praia de Waikiki estava sofrendo, por conseqüência dos hotéis que estavam se formando e as residências particulares, fazendo assim o fechamento completo da faixa de areia. Nativos e visitantes se sentiram espremidos com tudo aquilo.




Os clubes que mais possuíam na área eram os de natação – Healanis, Myrtles e Waikiki Swimming Club. Ford e Homes discutiram a respeito de criar um clube singular, onde haveria incluído neste a pratica de surf e a de canoagem, um clube de Outrigger. No dia 07 de abril, um ofício assinado por 11 pessoas, incluindo Ford, havia solicitado abordar os administradores do Queen Emma Estate para se manifestarem para uma parcela de um terreno junto ao hotel Moana, onde haveria um clube e uma garagem na qual seria deposito para as pranchas e canoas.

Uma carta numerando os membros notou que havia 86 adultos e aproximadamente de 15 membros juniores. O clube foi oficializado formalmente em 01 de mais de 1908, com o objetivo principal de preservar o surf em pranchas e em canoas Outrigger. O único problema de todo o clube era a quantidade maciça de mosquitos, devida a localização do clube que era situada em um pântano. O pântano era a lagoa do hotel Moana, uma água salobra que nascia em Diamond Head.

De acordo com o lendário surfista Tom Blake, que escreveu o primeiro livro sobre a história do surf quase duas décadas mais tarde, o capítulo original do Surfboard Outrigger Canoe Club relatava, “Nós desejávamos ter um local onde o surf renascia e àqueles que viviam longe da água, poderiam manter as suas pranchas. O principal objetivo deste clube era dar uma nova e permanente atração para o Hawaii e tornar a praia do Waikiki a casa dos surfistas”.

Simplesmente, o fundador da OCC (Outrigger Canoe Club), Ford, cita que um dos principais objetivos do clube era certificar que “os nativos e os jovens se divertissem no mar e poderiam montar em suas pranchas à vontade”. Ford havia sido o primeiro presidente do clube. Para um salto importantíssimo para a vida dos Beach Boys, eles haviam sido convidados para serem membros, no qual um destes era o próprio Duke.

Desde o início, a composição do Outrigger foi mista, com um número significativo de surfistas, sendo de pele branca. Esta foi um desenvolvimento único, dada a história do Havaí desde o primeiro momento que os europeus desembarcaram no litoral do Havaí em 1777. Durante todo este tempo, poucos brancos tinham aprendido a surfar. "Os brancos começaram a surfar - e que foi uma verdadeira mudança," Duke Kahanamoku recorda. Com o crescente interesse e falta de repressão, esportes aquáticos como natação, canoagem, e surf mais uma vez se tornaram dominantes em Waikiki.

Depois de ajudar a organizar o Outrigger Canoe Club, Alexander Hume Ford continuou a promover surf através de carnavais, concursos, pela sua própria escrita, e até fotografia. Como promotor, ele foi incansável. Um exemplo perfeito foi após a mudança de George Freeth para o sul da Califórnia, em 1907. Ford não perdeu tempo para encontrar um novo herói de surf: Duke Paoa Kahanamoku.

Ford também mostrou ao mundo as ilhas pelo uso da fotografia. Antes de ele obter este costume, as primeiras fotos de surfistas já haviam sido tomadas por Thomas Severin e Frank Davey em 1890. Suas primeiras fotos eram de havaianos na área Waikiki segurando suas pranchas. Ford deu um passo adiante por fotografar em torno de 1908 que foram, talvez, as primeiras fotografias de surf que sempre apareciam nas revistas (São Nicolau e Colliers). Nos anos seguintes, RE Matteson fotografou George Freeth surfando em Redondo Beach, em 1909 e em 1910, Alonzo Gartley fotografou havaianos surfando no shorebreack de Waimea.


No verão de 1909, o surf de Waikiki tinha atraído um número de considerável de empresários de Honolulu, incluindo um ou dois ex-governadores das ilhas e até mesmo alguns juízes do Supremo Tribunal Territorial.

01/06/2009

Alexander Hume Ford: parte I

Olá, bem-vindos a mais uma publicação do Back to the Singlefins. Nos capítulos anteriores, eu resumidamente explicitei uma parte do Surf Moderno. Comecei com o Renascimento do nosso esporte, passando pelo “Romantismo” e chegando aos últimos momentos da era Longboard, repassando a vocês, o que em minha opinião, foi os momentos mais cruciais desta modalidade.

No começo do século passado, haviam três figuras nas quais se destacavam: Duke Kahanamoku, George Freeth e Alexander Hume Ford. Neste breve capítulo apresentar-lhe-ei o aclamado promotor do surf : Alexander Hume Ford.

Alexander Hume Ford nasceu em 03 de abril de 1868, na cidade de Florence, situada na Carolina do Sul. Filho de Frederick Wentworth Ford e Mary Mazyck Hume Ford, logo viu-se órfão aos quatro anos de idade, pois sua mãe falece durante seu nascimento e seu pai falece após quatro anos, em 1872. A família Ford em si era bem de vida e com grandes influencias, pertencente a uma propriedade chamada Ford’s Point nas proximidades de South Island. Vivendo com sua tia solteira Ellen, Alexander possuía três irmãs que também foram herdadas à elas estas propriedades. Com grande parte de sua herança, educaram Alexander e seu irmão Frederick em Porter Military Academy em Charleston, cuja escolaridade incluía ensino médio e dois anos de faculdade.



Trabalhou brevemente em 1885 para Charleston News e Courier. No ano seguinte, aos 18 anos, Alexander após completar o ensino médio, deixou o Sul-americano não voltando por muito tempo. “Não parecia que nada me segurava no Sul por muito tempo”, escreve ele. "Meus pais morreram quando eu era muito jovem. Minha mãe, de fato, morreu quando eu nasci. Eu era o último dos sete filhos, e fui criado pela minha tia solteira... lembro-me histórias sobre a minha família e de sua riqueza, que veio a partir do plantio de arroz. A prosperidade foi decrescente, porém, após a Guerra Civil. Juntamente com o declínio da minha família...”.

Ford passou a melhor parte de sua vida adulta, como um escritor free-lance em Nova York e Chicago, escrevendo diariamente para os jornais e criativamente como um dramaturgo. Em 1899, no auge de sua carreira de escritor, Ford viajou em toda a Europa Oriental, Rússia, Sibéria, China e no Extremo Oriente. Em missão, ele escreveu artigos para Century, Engineering, Era e Harper's.

No início de 1907, Ford aos 39 anos, “um ligeiro, ágil-homem, com um cavanhaque e um enorme e pontudo bigode parecendo uma vassoura de espanar”, se estabelece em Honolulu, Hawaii. Duas décadas posteriores ele havia aclamado que “foi a emoção do surf que me trouxe para o Hawaii.” É mais provável que Ford se estabeleceu em Honolulu por causa de sua proximidade com a Ásia.

Dois dos meses mais importantes de sua vida foi em maio e junho do corrente ano. No começo do verão, Ford já tinha gasto grande parte de seu tempo tentando aprender a surfar, com resultados nada plausíveis. Ele havia contratado mais de um jovem nativo para ensiná-lo. “Pareceu-me,” diz ele, “que os meus professores me largaram de mão como um pupilo tolo, e eles fizeram mesmo.” Implacavelmente, Ford manteve suas tentativas, de qualquer forma.

Sua perseverança foi recompensada num dia de maio, quando, "Um jovem hapahole (semi-branco e metade nativo)... teve pena de mim. Ele era um dos melhores surfistas da ilha. Eu aprendi em meia hora o que eu havia tentado por semanas.” Seu salvador era um jovem de 19 anos chamado George Freeth, capitão do time de Natação Healani, e acima de tudo um surfista distinto de Waikiki.” Este encontro fortuito entre Alexander Hume Ford e George Freeth acabaria por resultar em uma maior consciência do surfe havaiano nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Oceana.

Imediatamente após este encontro, ambos Ford e George acompanhados por uma delegação do Congresso dos Estados Unidos após uma turnê sobre as ilhas. A visita estava prevista para um período de dois meses, a partir de 08 de maio até meados de julho. Havia 28 membros do Congresso, cujo alguns destes, George deu exclusivamente uma lição de surf. A missão de expedição para averiguação era para determinar se as ilhas Hawaiianas poderiam ser qualificadoras para o futuro do país. Ford usou esta ocasião para ampliar sua rede de contatos com os políticos do continente norte-americano, cuja rede já havia sido criada há anos atrás.



Jack London e sua esposa.

Quando o turístico Congresso partiu para as ilhas principais, Ford retornou para Honolulu. Foi então que ele conheceu o mundialmente famoso aventureiro e escritor Jack London e sua esposa Charmian, em 29 de maio de 1907. Corpulento e inteligente, London em seus dias de glória foi um dos Best-sellers, atingindo a fama mundial com as românticas aventuras, como The Call of the Wild (1903), The Sea Wolf (1904) e White Flag (1906).

17/05/2009

Surf Moderno: parte II

O surf reviveu e refloresceu na abertura do século XX, quando as autoridades religiosas nas ilhas foram substituídas pelos interesses do turismo e agricultura. A ampla vaga nos campos de Waikiki foi sinônimo do recém vigorado esporte. Duke Kahanamoku, George Freeth e Alexander Hume Ford eram as personalidades que lideravam na época. Mais tarde, o inglês-havaiano Freeth foi creditado como o primeiro dos que reviveram a arte de surfar em pé (desconsiderando outros que ainda permaneciam a surfar deitados ou ajoelhados) e também considerado um dos precursores a acompanhar a parede da onda em vez de ir reto em direção à costa.


George Freeth

O energético Ford nasceu na Carolina do Sul, adotou imediatamente o surf após sua vinda ao Hawaii em 1907 tornando-se também um grande promotor do esporte, e no ano seguinte fundou o Outrigger Canoe Club em Waikiki – primeira organização de surf. Ford também promoveu a Freeth uma visita ao americano escritor Jack London, que cujo publicou um artigo sobre o esporte em 1907 na Woman’s Home Companion, dando aos americanos a primeira descrição detalhada. London escreveu, “um esporte de realezas para os reis naturais do planeta.” Freeth naquele tempo havia navegado para o continente introduzindo o esporte no sul californiano com uma série de demonstrações em lugares como: Los Angeles e Orange Country (1907 e 1908), primeiramente em Venice, seguidamente em Redondo, Huntington, e outras localizações.

Por décadas, acreditaram que Freeth foi o primeiro a surfar no continente. Isso foi mais tarde revelado que os irmãos Jonah, David e Edward Kawananakoa, enquanto lecionavam em um internato em Santa Cruz em 1885, foram surfar na foz de San Lorenzo usando pranchas de madeira redwood de seus próprios designes. Locais podiam ter acompanhado, mas não se popularizou, devidamente pela água muito fria do norte da Califórnia.

O fomento de Ford para com o novo esporte teve continuação em seu artigo de 1909 em Collier’s, onde ele bota em pauta que junto com os entusiastas do esporte em Waikiki, também era incluído no meio disso tudo os “Juízes da Suprema Corte do Hawaii, suas mulheres e crianças, ex-governadores e suas famílias, entre outros como grandes empresários”. Já nesse tempo, o adolescente Duke Kahanamoku era considerado um dos melhores surfistas de Waikiki, ficando conhecido também como um nadador medalha de ouro nas Olimpíadas de 1912. Enquanto ele viaja para e da Europa, surfou com Freeth na Califórnia, introduzindo o esporte também na costa Leste americana, em Atlantic City, e Nova Jersey. No final de 1914 e começo do ano seguinte, fez várias demonstrações na Austrália e Nova Zelândia.

Surfistas daquele tempo geralmente usavam pranchas de madeira redwood medindo 10 pés de comprimento e pesando mais de 30 kg, e o estilo sobre os pesados equipamentos era: uma posição ereta, costas inclinadas levemente para traz, com a cabeça e queixo acentuados. A inclinação era parte dos repertórios dos grandes surfistas avançados, mas a falta de quilha era lentamente coaxial para qualquer mudança de direção, ir reto para fora da onda era comum, e surfistas freqüentemente demonstravam seus comandos pelo simples ato de posicionar os braços curvando e flexionando-os.

A praia de Waikiki foi se tornando um ponto internacional de férias para os famosos e bem de vida, a imagem do surf foi em grande parte definido por fotógrafos de paisagens exóticas, homens e mulheres radiantes correndo em direção da costa com Diamond Head ao fundo. Amélia Earhart, Babe Ruth, e Prince Albert foram dentre as celebridades que se levaram ao surf à Waikiki, também o esporte foi brevemente exposto nos filmes de Hollywood, filmes como Bird Of Paradise e Waikiki Wedding. Um grupo de profissionais garotos de praia – Beach Boys – trabalhavam como guias turísticos ao longo das praias de Waikiki, gastando seus tempos de folgas surfando, compondo músicas, “contando histórias”, e ajudavam também através do surf uma conduta relaxante. Em 1919 George Freeth falece devido a uma epidemia de gripe, mas não antes de se tornar o primeiro salva-vidas profissional do país, fazendo dúzias de notórios salvamentos.

Pequenas comunidades de surf se formaram através da Califórnia durante este período, da Baía de San Francisco até San Diego. Regionais clubes de surf se organizaram, primeiramente em 1928 – fundado o Pacific Coast Surf Riding Championships – se estabeleceu em Corona Del Mar, depois San Onofre – trazendo junto dúzias dos melhores surfistas de norte ao sul da costa. Tom Blake estreou sendo o primeiro num evento de remada de Pacific Coast, usando uma prancha oca de seu próprio designe. A oca “cigar-box” de Tom Blake – era mais longa, mais leve e mais instável do que as pranchas convencionais (planks) – começou a ser comercializada em Los Angeles no começo da década de 30, ajudando a introduzir o esporte para centenas de iniciantes. Blake originalmente também era o fotógrafo de surf (um portfólio de seu trabalho foi publicado em 1935 numa reportagem na revista National Geographic). Inovador das quilhas (juntamente com Woody Brown, em La Jolla, em 1935, Tom Blake introduziu uma quilha em sua prancha oca de 14 pés nas ilhas do Hawaii) e autor do primeiro livro de surf (Hawaiian Surfboard, também em 1935) e alguns artigos de “faça-você-mesmo” de construção de pranchas na Popular Mechanics e Popular Science.


Tom Blake.


Em uma linha similar de desenvolvimento em Austrália, haviam surfistas que se consideravam um subconjunto da Associação dos Surfistas Salva-vidas. Sidnei era nacionalmente conhecido como a praia popular dos surfistas, mas no começo da década de 40 os clubes de salva-vidas, preenchidos de surfistas, se estabeleceram nos estados de Queensland, Victoria, sul e oeste de Austrália. Surfistas favoreceram as pranchas ocas do que as pranchas convencionais, em grande parte por que as pranchas ocas eram os veículos de salvamento dos salva-vidas.

O designe das pranchas andou um passo a frente no ano de 1937, quando um grupo de adolescentes de Holulu, incluindo John Kelly e Wally Froiseth, inventaram as pranchas hotcurl (como havia dito anteriormente), possibilitando os surfistas a surfarem nos lugares mais críticos das ondas em ondas de 12 a 20 pés.

A Segunda Guerra Mundial trouxe o fim da fase moderna pioneira, quando surfistas alistados e transferidos para o exterior foram obrigados a se armarem contra os Japoneses nas mais populares praias dos continentes. Colônias de surf se estabilizaram em Durban na África do Sul, Lima no Peru e de norte a sul da America. O esporte foi exportado para a década seguinte para França, Inglaterra, Canadá, Espanha, Brasil, Irlanda entre outros.


Osmar Gonçalvez, em sua prancha de 80kg. São Paulo.